educaçãoespecialeli: HIPERLEXIA

educaçãoespecialeli: HIPERLEXIA:                                        HIPERLEXIA Hiperlexia é uma condição de desenvolvimento relacionada ao autismo . DEFINIÇÃO ...

Você sabe o que é dislexia?


Livro Sensorial maternal


Libro sensorial para Maria Fe - Quiet book


Quadro de rotina de uma criança autista na educação infantil.


Rotina para Autista��


Adaptação de Material Didático para Autistas - Parte #3/5


PARTE 1 - Sinais de Autismo em Bebês e Crianças pequenas


Como identificar os primeiros sinais de autismo leve


O QUE É TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA?


O que é autismo?


Transtorno do déficit de atenção/ Hiperatividade










TDA/H refere-se a uma síndrome chamada de Transtorno do Déficit de Atenção / com Hiperatividade, e é caracterizada por fatores como ansiedade excessiva, distração, impulsividade, esquecimento e, em alguns casos, até hiperatividade.

A tarefa de conviver e dividir o mesmo espaço com pessoas portadores do TDA/H é desafiadora.

Mas como toda doença, quando tratada de forma correta pode ser uma excelente ferramenta de aprendizado e desenvolvimento positivo para toda família.

Os sintomas da síndrome variam muito, mas no geral incluem:

·         Ansiedade

·         Esquecimento

·         Baixa autoestima

·         Dificuldades sérias de concentração

·         Problemas no controle da raiva

·         Impulsividade

·         Mudanças repentinas de humor

·         Sérios problemas e dificuldades de relacionamento

Viver com uma pessoa com TDAH é como caminhar num campo minado, você nunca sabe o que deve esperar.

Eles sofrem muito com isso, e a vida se torna muito mais difícil para eles do que para a maioria das pessoas. Tudo dentro deles é intenso e ampliado, suas mentes estão em constante atividade.

A melhor maneira de conviver com pessoas portadoras de TDAH é desenvolver uma nova visão a respeito do problema.

É preciso entrar neste universo e entender o que elas sentem, desenvolver mais paciência com as dificuldades, ser mais tolerante, compassivo e amoroso. Desta forma as chances de desenvolver um relacionamento mais agradável, pacífico e feliz serão muito maiores.



Mostraremos 10 pontos para um entendimento mais completo TDAH:

1.   O cérebro do TDAH não para, sua mente é extremamente ativa. Não existem freios ou formas de trazê-lo para um descanso. É preciso aprender a organizar esta situação.

2.   Eles escutam o que você diz, mas muitas vezes não conseguem absorver o que está sendo passado.

3.   Eles tem muita dificuldade em manter a atenção e o foco em algo, por isso desenvolver e permanecer em uma atividade é extremamente complicado.

4.   Eles ficam facilmente ansiosos e são sensíveis a tudo que está acontecendo ao seu redor, barulhos, movimentos bruscos, etc.

5.   Se estão preocupados com algo ou chateados, os portadores do DDA não conseguem pensar em mais nada. Isso faz com que a concentração no trabalho, conversas e situações sociais torne-se uma tarefa quase impossível.

6.   Os portadores de TDAH possuem profunda dificuldade em controlar suas emoções e reações diante de um fato. Muitas vezes, respondem impulsivamente e depois acabam se arrependendo.

7.   Pessoa com TDAH são profundamente intuitivas e enxergam além das limitações da matéria. É justamente este traço da síndrome que transforma pessoas criativas e sensíveis em grandes gênios da humanidade.

8.   Eles pensam fora da caixinha. Os portadores de TDAH pensam de forma diferente da maioria das pessoas, possuem pensamentos abstratos e muitas vezes conseguem enxergar soluções inusitadas.

9.   Eles são impacientes, inquietos e ficam facilmente irritados. Sentem necessidade de estar em constante movimento, balançando as pernas, mexendo no cabelo, etc.

10. Como em suas mentes e no coração tudo é ampliado, quando um TDAH realiza uma tarefa ou atividade que gosta, ele faz aquilo com alma e coração. Eles dão o seu melhor e mergulham de cabeça da situação.

Fontes: lifehack.org, pixabay.com, Via: Awebic
Cartilha da Inclusão Escolar
A Cartilha da Inclusão Escolar é um trabalho de muitas mãos, realizado pela Comunidade Aprender Criança e lançada no Congresso Aprender Criança, que ocorreu de 15 a 17 de Agosto de 2014, em Ribeirão Preto. (p. 13)
 

 

Dislexia Distúrbios Específicos de Aprendizagem


            Distúrbios Específicos de Aprendizagem  Dislexia
                                      



A escola e o professor devem proporcionar à comunidade escolar atividades de conscientização sobre Dislexia. Aulas, debates e vídeos são algumas das estratégias úteis para ampliar os conhecimentos a respeito do assunto.

A escola precisa assegurar a comunicação permanente com os profissionais que atendem o aluno para definir os comprometimentos presentes no seu aluno com Dislexia e quais as melhores medidas de suporte escolar que se aplicam ao caso. Isso permitirá estimular em sala de aula aspectos trabalhados na clínica, tornando o processo interventivo integrado e muito mais eficaz. O professor deve colocar o aluno para sentar-se próximo a sua mesa e à lousa já que frequentemente acaba se distraindo com facilidade em decorrência de suas dificuldades e/ou desinteresse. Essa medida tende a favorecer também o diálogo, orientação e acompanhamento das atividades, além de fortalecer o vínculo afetivo entre eles. O professor deve prover estimulação de competências metalinguísticas (consciência fonológica, consciência sintática, consciência morfológica e consciência metatextual) em crianças com atraso na aquisição e desenvolvimento da linguagem oral, de risco para Dislexia, desde a Educação Infantil até o 1º ciclo do Ensino Fundamental para desenvolver habilidades necessárias ao adequado aprendizado da leitura e escrita.

 

.>>>>>>>>>>>>> Apresentação das informações:

• O professor deve dar informações curtas e espaçadas, pois alunos com Dislexia frequentemente apresentam dificuldades para guardar (reter) informações mais longas, o que prejudica a compreensão
das tarefas. A linguagem também deve ser direta e
objetiva, evitando colocações simbólicas, sofisticadas
ou metafóricas.

 

• O aluno com Dislexia tende a lidar melhor com as partes do que com o todo (“ver a árvore, mas não conseguir ver a floresta”), portanto, deve ser auxiliado na dedução dos conceitos.

 

• O professor deve utilizar elementos visuais (figuras, gráficos, vídeos, etc.) e táteis (como por exemplo, a utilização de alfabeto móvel, massinha, e outros para que a entrada das informações possa ser beneficiada por outras vias sensoriais. Dessa forma, principalmente no período de alfabetização, o aluno pode compreender melhor a relação letra-som.

 

• As aulas devem ser segmentadas com intervalos para exposição, discussão, síntese e/ou jogo pedagógico.

 

• É equivocado insistir em exercícios de fixação, repetitivos e numerosos, isto não diminui a dificuldade dos alunos com Dislexia.

 

• O professor deve verificar sempre (e discretamente) se o aluno está demonstrando entender a explicação e se suas anotações estão corretas. Dê tempo suficiente para anotar as informações da lousa antes de apagá-las. As atividades em sala de aula e tarefas de casa do aluno com Dislexia devem atender aos seguintes princípios:

 

• Professores de Educação Infantil devem desenvolver estratégias para estimulação de habilidades fonológicas (por exemplo, rima e aliteração) e auditivas (por exemplo, as crianças discriminarem sons fortes de sons fracos, altos e baixos, longos e curtos). Devem ser estimuladas as recontagens de histórias na oralidade, a fim de promover a organização temporal, coerência e planejamento da criança. Vale lembrar que as atividades devem ser sistematizadas, organizadas em graus de complexidade, conforme a idade e escolaridade. Assim, o professor pode promover, por exemplo, 20 minutos diários destas atividades estruturadas como uma forma de intervenção preventiva para todo  os alunos, beneficiando, sobretudo, aqueles com sinais de risco para Dislexia.

 

• O professor pode dar algumas atividades já prontas para que o aluno tenha o material em seu caderno e não perca tempo maior que os outros para copiar textos. Levar em consideração que a velocidade da escrita do aluno com Dislexia é mais lenta em razão de dificuldades de orientação e mapeamento espacial, entre outras razões." Sempre que necessário, permitir o uso de tabuadas material dourado e ábaco nas séries iniciais, e o nas séries mais avançadas.

 

• Fornecer dicas, atalhos, regras mnemônicas e associações ajudam o aluno a lembrar-se das informações, executar atividades e resolver problemas.

 

• Como opção para atividades de aprendizado complementar além da leitura, indicar filmes, documentários, peças de teatro, visita a museus, quadrinhos e, sobretudo, recursos digitais. As avaliações do aluno com Dislexia devem

atender aos seguintes princípios:

 

• O professor deve priorizar o progresso individual do aluno com Dislexia, tendo por base um Plano Educacional Individualizado e a valorização de aspectos qualitativos ao invés de quantitativos.

 

• É recomendado que ao invés de poucas avaliações cobrando um grande conteúdo de informações, seja realizado maior número de avaliações com menor

conteúdo de informações (segmentação).

 

• Dependendo de consenso com o aluno e seus pais, as avaliações podem ser realizadas junto à turma ou em separado. Quando em separado pode facilitar o

aluno cuja leitura em voz alta auxilia sua compreensão. No entanto, lembrar que em alguns casos, essa providência pode criar estigmas. Quando junto à turma

recomenda-se que seja feita em dois tempos. Num primeiro momento, antes de iniciar, o professor deve ler a prova para todos os alunos, certificar-se de que o aluno disléxico compreendeu as questões e oferecer assistência frequente a ele. Em um segundo momento, em separado da turma, o professor deve corrigir a prova individualmente com o aluno, permitindo que responda oralmente as questões erradas. Mas é considerável a necessidade desse aluno fazer prova oral ou atividade que utilize diferentes expressões e linguagens.

 

• Personalizar a avaliação com recursos gráficos que substituam palavras e textos auxilia muito o aluno com Dislexia. Avaliações que contenham exclusivamente textos, sobretudo textos longos, devem ser evitadas nesses alunos.

 

• Disponibilizar maior tempo para as avaliações conforme a necessidade do aluno nas habilidades de leitura e escrita.

 

• Facilitar a compreensão dos enunciados utilizando um menor número de palavras sem necessariamente comprometer o conteúdo.

 

• Ao empregar questões de falso-verdadeiro evitar o uso da negativa e expressões absolutas, e construir as afirmações com bastante clareza e que incluam somente uma ideia em cada afirmação.

 

• Empregar questões de associações apenas de um único assunto em cada questão e redigir cuidadosamente os itens para que o aluno não se atrapalhe com os mesmos.

 

• Ao empregar questões de lacuna: usar no máximo uma em cada sentença; que a lacuna corresponda à palavra ou expressão significativa de um conceito primário e não a detalhes secundários; e conservar a terminologia usada no livro ou em aula.

 

• Ao fazer correções ortográficas na produção da criança, pondere. Uma sugestão é fazer um acordo prévio das regras ortográficas que serão priorizadas (a cada mês, por exemplo), reconsiderando erros menos relevantes.

 

• Não faça anotações na folha da prova, sobretudo que façam referência a juízo de valor.

 

• O aluno com Dislexia tem dificuldade para reconhecer e orientar-se no espaço visual. Dessa forma, observar as direções da escrita (da esquerda para a direita e de cima para baixo) em todo o corpo da avaliação. Autoconceito, vida emocional e social:

 

• O professor deve tratar o aluno disléxico com naturalidade, com incentivo, valorizando seus acertos e estimulando sua perseverança e autoestima.

 

• Cuidar para não expor esse aluno perante seus colegas em virtude de suas dificuldades, sobretudo de ler ou escrever em público.

 

• Cuidar para que ele se integre na comunidade escolar não deixando que sua inaptidão para determinadas atividades escolares (provas em dupla, trabalhos em grupo, etc.) possa levar seus colegas a rejeitá-lo nessas ocasiões.  O aluno com Dislexia já tem dificuldades para automatizar o código linguístico da sua própria Língua e isso se acentua em relação à Língua Estrangeira.


Uma flexibilização curricular ou eventual dispensa da disciplina devem ser discutidos com o aluno e seus pais para evitar prejuízos em sua autoestima e evolução. Não há receita para trabalhar com alunos com Dislexia. O professor deve ter em mente que o planejamento deve ser individual, pois cada aluno terá necessidades distintas. De suma importância nesse processo é compartilhar com a criança como serão conduzidas as atividades, isso a tornará mais segura em sala de aula e nas avaliações, melhorando seu desempenho e relação com os colegas.

Espaço de Aprendizagem Especial kids Woche


Dislexia???


 







Você sabia que a maior queixa em Saúde Mental na infância, refere-se na verdade a problemas na aprendizagem?

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